quinta-feira, 19 de maio de 2011

Professor no Brasil

A professora Amanda Gurgel, relata o que é ser professor, da rede pública, no Brasil sil sil sil sil....

Agora pensem comigo. Sabe o que falta? União! Os mais esclarecidos sabem que o desejo dessa inescrupulosa e sádica corja de políticos e matermo-nos sem educação! De modo a sermos massa de manobra! Por onde andam os sindicatos brasileiros? São fracos e de mãos atadas! Onde estão as greves gerais? Não há articulação entre as diversas categorias de trabalhadores, que dia após dia são massacrados por rotinas e salários medíocres!

Acho um extremo abuso tolerarmos o comportamento desses políticos, os quais, salvo raríssimas exceções, não fazem absolutamente nada em prol do povo! Esse mesmo povo que os colocou no poder, mas, infelizmente não sabe o poder de mudança que tem. Sabem por que? Por que não tem educação! Não conhecem seus direitos enquanto cidadão! Mas não adianta somente este belíssimo discurso isolado. Cabe a toda sociedade participar (pais, alunos e todos os professores) para que haja uma melhor remuneração para a classe mais essencial de todos os países, nós professores!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Tenso? inacreditável? ou Possível?


Ah!!!! Voltei com força total para atazanar mentes e despertar aquela pulga que está(va) atrás da sua e da minha orelha! O que dizer depois de algum tempo sem postar nada por aqui? Não sinta-se desvalido pois o COQUILHA vai proteger você - mente sagaz - do golpe baixo aplicado pela sociedade!!!
Já temos um começo de ano bem animado lá no Egito, Tunísia, Turquia, Irã entre outros. As más línguas afirmam serem esses movimentos iniciados após "explosão de indignação" virtual por parte dos habitantes das regiões acima. Depuseram um ditador que a TRÊS DÉCADAS atravanca a vida, tira as perspectivas, censura, oprime a maior parte da população egípcia. E aí? o que fazer? Rezar? Chorar? Nããããããoooooo se organizar, articular, reivindicar!!!! Isso mesmo! Trocando em miúdos por o bloco (POVO) na rua.


Agora olhando para o nosso umbigo. Em menos de um dia de votação, deputados federais conseguem aumentar seus próprios salários em 61,8% e isso causa um custo adicional de cerca de 2 bilhões por ano! Gostaria muito de ver alguma mobilização, seja ela virtual ou presencial, mas com peso, dinamismo e eficácia. Sabemos da relação de pânico entre Estado e Cidadão, pois temos medo do Estado. Temos medo daquele o qual somos a força mantenedora! São nossos pesados impostos (PAGAMOS 27% DE NOSSOS GANHOS PARA O GOVERNO FEDERAL NÃO É DE HOJE) tributos, taxas que custeiam todo esse absurdo.


Lembra daquela velha propaganda? Tá na hora de rever os seus conceitos! Fazer alguma coisa, qualquer coisa, mas que seja digna e honrosa. Com argumentos fortes e convincentes. Não use internet só para as futilidades! Informe-se! Leia! Questione! Seja você um agente da História!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Quem te viu quem TV!!!



Olá jovens marotos, belezinha?! Voltei para escrever sobre a polêmica do momento, o debate mais acirrado de todos os tempos, a disputa pelo IBOPE como antes nunca tínhamos visto. De um lado, a emissora manipuladora, a toda poderosa Globo e do outro, surgindo paulatinamente e ganhando um espaço FIEL, a Record.
Na minha singela opinião, ambas já deveriam ter sido boicotadas pela população, visto que não apresentam em suas programações nada, nada, mas nada mesmo de útil. Dúvida? Porém, já deviria ser do conhecimento da grande massa que o poder literalmente está em suas mãos! Ainda duvidando?? Pois bem, esse tal poder é o controle remoto! Mude de canal, desliga a TV, leia mais, ouça boa música, escreva textos, poesias, enfim, tome a atitude.
A chegada da TV trouxe um certo encanto, ou praga. O fato é que ela é quem “cria” nossas crianças, ensina, influência, informa (geralmente tendenciosamente) e traz o entretenimento. Dessa forma, estamos mais propícios a desenvolver o lado visual, esquecendo do auditivo. Apenas observamos as imagens, não queremos mais pensar, interpretar, Ela faz isso por você. Mas nos tornamos dependentes deste meio de comunicação, muitos ainda pensam que a vida é como a Malhação, ou a Novela, sem falar na programação pífia dos domingos (chega de Gugu e Faustão)
É hora de acordar, nunca é tarde! Tenha um pouco de vontade e use o poder que foi lhe dado, desliga o aparelho.

Cadê a Revolução?!?



Estou de volta mais uma vez após um período de recesso mental, se é que isso possa existir. Mas enfim, o tema proposto aqui certamente é um dos mais polêmicos e causador de intrigas, principalmente entre os amigos (não é Luka???). Começo me perguntando: por que todos esperam uma revolução? Isso mesmo! ESPERAM! Sempre existe alguém com um discurso reacionário, porém, fica apenas com as palavras soltas no ar, na tentativa de comover terceiros. Sem movimentar-se. Somente esperando...

Talvez eu fosse um revolucionário no auge dos meus 16 anos. Talvez, eu disse! Acreditava que o sistema era o culpado de tudo. Desde a mãe mandando arrumar o quarto, até os vizinhos me olhando atravessado pelo visual “rebelde”. Hoje é diferente. É até cômico. Por que se não fosse o próprio sistema, eu não teria ido aos melhores shows, me alimentado de maneira satisfatória e desfrutado dos mais sortidos drinks.

Acredito sim na Revolução, contudo ela deve partir de cada um, antes de atingir o macro. Não adianta criticar o programa do governo, se você é o primeiro a negar um prato de comida aquele já não come há dois dias. Não adianta sair gritando para todo lado blasfemando contra nossa vida de classe média, se esta é a condição que nós mesmos aderimos e apoiamos! E sobre o “sistema”, arrume um jeito de se encaixar, tirar proveito dele, pois não fazendo isso, o “danadinho” te esfola até a alma.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Solidariedade aos trabalhadores


Em meados do século XVIII, iniciou-se o processo conhecido como Revolução Industrial. Este fato mudaria para sempre as relações de trabalho, criando inclusive novas classes: operários e empresários/industriais. As condições eram bem duras para os primeiros, já que, as jornadas de trabalho eram exaustivas, salários baixos e as condições de moradia e higiene eram péssimas. Para o segundo, o que realmente interessava era o aumento na produtividade, mesmo que isso custasse a saúde e vida de seus trabalhadores.



A Revolução Industrial ocorrida primeiramente na Inglaterra, envolveu uma característica para o trabalho, que chamo de especificidade do trabalho. Diferentemente das oficinas de artesanato, as quais os artesãos conheciam e participavam de todo processo produtivo, nas fábricas, o objetivo era produzir mais e mais. Sendo assim, ocorria a divisão do trabalho e cada operário é responsável por uma parte específica na produção.



Como de praxe, minha intenção não é apenas retratar resumidamente a Revolução Industrial. É fazer uma reflexão com base nos acontecimentos que rondam Brasília. Por que somos capazes de permitir um gasto absurdo de dinheiro público (nosso) no pagamento de quinhentos e tantos de Deputados e oita e poucos Senadores? O disperdício é proporcional ao tempo de trabalho de um parlamentar, visto que, o expediente é de terça a quinta, praticamente.


deputada "trabalhando"


Enquanto a massa de trabalhadores é esmagada por jornadas exaustivas com salários de fome, os representantes dessa mesma massa esbanja no critério falcatrua. E já que estamos falando nisso, aí vão alguns dados sobre parlamentares. A média do custo por parlamentar dos Legislativos europeus mais o Canadá é de cerca de R$ 2,4 milhões por ano. No Brasil, são R$ 10 milhões o custo anual de cada mandato corresponde a 6699 salários mínimos!!! Fonte para consulta: http://www.transparencia.org.br/docs/parlamentos.pdf


Com isso amigos, quero deixar claro que não sou anarquista, comunista, socialista ou qualquer outro “ista”. O fato é consciência, é saber, é lutar. Para quem sabe um dia termos realmente um país, no âmbito político, digno de sua população. Pense!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Investimento externo

A História do Brasil esteve sempre atrelada aos interesses estrangeiros. Foi assim, com a chegada de Cabral até aqui, com a Independência, ditadura e por aí vai. Porém, escolhi o segundo tema para debater e quem sabe deixar mais claro por que “eles” fazem e acontecem na Terra Tupiniquim.

No ano da Independência do Brasil, 1822, estaria em vigor um certo pacto colonial, que já não funcionava nos moldes originais, uma vez que, em 1808, com a Abertura dos Portos(1808), Portugal cedeu à Inglaterra o direito de comercializar seus produtos com o Brasil. Dessa forma, Portugal perdia a exclusividade de explorar sua colônia abrindo portas para a então industrializada Inglaterra nos abarrotar com seus produtos. Estaria aqui amigos, evidente o jogo econômico imposto pela Inglaterra, mandatária no quesito “grana” impondo aos demais países como Portugal, seu estilo de controle.

O que me fez escrever sobre isso? Mais uma vez, a famigerada Copa de 2014! É do conhecimento de todos que vão aos estádios de futebol a proibição da venda e consumo de bebidas alcoólicas dentro dos estádios. Pois bem, umas das empresas patrocinadoras do evento é uma marca de cerveja! Ah, agora tudo faz sentido não é?! Deixe-me ver se compreendo. Os governos estaduais vetam o consumo e venda de bebidas para coibir eventualidades, através de uma lei. Agora, vem a empresa, com seu contrato milionário e diz simplesmente: “Tá na hora de rever este conceito senhores, caso contrário não tem dinheiro”. É mais um caso da interferência econômica dentro do país e de mais uma lei que não vai pegar.

Aos interessados está aí a matéria sobre o tema http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u579055.shtml

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Salve Pão e Circo!!!

Estou de volta com mais um tema no mínimo intrigante e agora com um embasamento histórico, afinal é esse meu campo de trabalho. Para iniciarmos, nos reportemos para a saudosa Roma Antiga, mais precisamente para o período republicano. Esse, um tempo de grande esplendor para os romanos, é marcado por conflitos (principalmente as Guerras Púnicas, pois Cartago, importante entreposto comercial de origem fenícia, representava uma grande concorrência no Mediterrâneo para os romanos) que resultam escravismo acentuado e tensões sociais.
Essas tensões sociais são sabiamente contornadas pelo cônsules romanos e seus notáveis senadores. A resolução, ou melhor, a camuflagem dos problemas urbanos, se daria através da “política do Pão e Circo”. Em que consistia essa prática? Bem, o governo forneceria alimentos e espetáculos gratuitos, mantendo dessa forma a população alheia aos assuntos mais graves, como corrupção, fome, miséria e caos urbano em que Roma estava mergulhada.
Quero chamar sua atenção para os vários “Pão e Circo” a que somos acometidos e muitas vezes negligenciamos isso. Não podemos desvirtuar nossa função de cidadão, devemos fiscalizar o poder público! Fiquemos atentos com as obras e aplicação de recursos que estarão por vir com a famigerada Copa de 2014. Devemos cobrar, na mesma proporção que nos é cobrado os impostos, nossos direitos. Cuidado com as camuflagens...

Para descontrair, aí vai uma curiosidade histórica “Os generais romanos eram extremamente supersticiosos. Eles só entravam em uma batalha, por exemplo, quando suas galinhas sagradas, que estavam sempre por perto, estivessem com apetite. Se as galinhas não comessem, eles simplesmente adiavam o confronto”.